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Aparelhos auditivos estão mais discretos e perto da audição humana

Junho 14, 2011

Evolução automatiza recursos que simulam a audição humana e ainda os torna (quase) invisíveis a olho nu.

A Sonobel – Centros Auditivos, empresa de topo na comercialização de aparelhos auditivos – traz para Portugal uma nova linha de aparelhos, totalmente digitais, com recursos que permitem realizar automaticamente funções da própria audição humana, e tão pequenos, que ficaram praticamente invisíveis a olho nu. Alinhada às tendências internacionais, a nova linha produzida na Dinamarca, tem como premissa resgatar a auto-estima e a independência dos pacientes, para que todos que têm perda auditiva – sejam eles idosos, executivos de meia-idade, jovens estudantes e até mesmo atletas – possam recuperar sua autoconfiança e alegria de viver.

A valorização do design é outro diferencial da linha de produtos da Sonobel – Centros Auditivos, que promete fazer com que os aparelhos, em pouco tempo, sigam a tendência dos óculos, vencendo o preconceito para se tornar um acessório “na moda”, ao mesmo tempo em que são fundamentais para a saúde e o bem-estar dos pacientes com perda auditiva. Quem explica essa tendência é o Audiologista e porta-voz da Sonobel – Centros Auditivos, Bruno Ribeiro. “A Nossa indústria tem investido muito para garantir ao deficiente auditivo uma vida normal, onde o resgate da auto-estima e a vontade de viver bem e de forma activa estão em primeiro lugar. Por isso, cada vez mais têm apostado em tecnologias menores, mais modernas e no design diferenciado. A proposta é vencer o preconceito em nome da saúde e do bem-estar.”

Vale a pena lembrar que usar o aparelho auditivo aumenta a qualidade de vida do usuário, pois ficar privado de comunicar dificulta sua socialização. “É preciso deixar o preconceito de lado e também a ideia daqueles aparelhos grandes e feios. A evolução tecnológica trabalhou muito o factor estético, tanto que os aparelhos auditivos mais modernos são pequenos e até imperceptíveis. Numa primeira fase, por vergonha, os pacientes não querem que os outros saibam, mas depois que se começam a integrar socialmente o aparelho já não se torna um problema. As pessoas precisam de experimentar e conhecer os benefícios que os aparelhos proporcionam”, ressalta o Audiologista da Sonobel – Centros Auditivos, Rui Cunha.